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Líderes indígenas impõem nova meta para proteger a Amazônia do desmatamento

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A vista aérea mostra um rio e um terreno desmatado na Amazônia próximo a Porto Velho, Estado de Rondônia, Brasil, 14 de agosto de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino / Foto de arquivo / Foto de arquivo

Grupos indígenas pediram aos líderes mundiais no domingo (5 de setembro) que apoiassem uma nova meta de proteger 80% da bacia amazônica até 2025, dizendo que uma ação ousada era necessária para impedir que o desmatamento empurrasse a maior floresta tropical da Terra para além de um ponto sem retorno, escrever Matthew Green e Jake Spring.

Os delegados amazônicos lançaram sua campanha em uma conferência de nove dias em Marselha, onde vários milhares de funcionários, cientistas e ativistas estão preparando as bases para as negociações das Nações Unidas sobre biodiversidade na cidade chinesa de Kunming no próximo ano. Leia mais.

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"Convidamos a comunidade global a se juntar a nós para reverter a destruição de nossa casa e, assim, salvaguardar o futuro do planeta", disse José Gregorio Diaz Mirabal, coordenador-chefe da COICA, que representa grupos indígenas em nove nações da bacia amazônica. Reuters.

Quase 50% da bacia amazônica está atualmente sob alguma forma de proteção oficial ou manejo indígena, de acordo com pesquisa publicado no ano passado.

Mas a pressão da pecuária, mineração e exploração de petróleo está crescendo. No Brasil, lar de 60% do bioma, o desmatamento aumentou desde que o presidente de direita Jair Bolsonaro assumiu o cargo em 2019, atingindo o máximo em 12 anos no ano passado e atraindo protestos internacionais.

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A bacia amazônica como um todo perdeu 18% de sua cobertura florestal original, enquanto outros 17% foram degradados, de acordo com um marco estudo lançado em julho pelo Painel Científico da Amazônia, com base em pesquisas de 200 cientistas.

Se o desmatamento chegar a 20% -25%, pode levar a Amazônia a uma espiral mortal em que seca e se transforma em savana, segundo o cientista brasileiro do sistema terrestre Carlos Nobre.

O encontro de Marselha é o mais recente 'Congresso Mundial de Conservação', um evento realizado a cada quatro anos pela União Internacional para a Conservação da Natureza, um fórum que reúne governos, sociedade civil e pesquisadores.

COICA quer que o congresso endosse seu 'Amazônia 80x2025'declaração para dar à proposta uma chance maior de ganhar força em Kunming, onde os governos devem discutir metas para proteger a biodiversidade na próxima década.

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