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Rússia acusa Ocidente de aumentar pressão com suprimentos de armas da Ucrânia

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Um alto funcionário russo acusou o Ocidente na quarta-feira (9 de fevereiro) de aumentar a pressão política sobre Moscou ao fornecer armas e munições para apoiar a Ucrânia durante um impasse sobre um acúmulo militar russo, escrever Anton Kolodyazhnyy e Tom Balmforth.

Moscou reuniu tropas perto da Ucrânia e está pronta para o palco exercícios militares na vizinha Bielorrússia ao norte da Ucrânia, despertando temores de que ela possa invadir. A Rússia nega qualquer plano para atacar a Ucrânia.

Países como os Estados Unidos e a Grã-Bretanha forneceram ajuda militar à Ucrânia, que incluiu mísseis antitanque e lançadores para ajudá-la a se defender. Outros, como a Alemanha, enviaram capacetes, evitando ajuda letal.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, disse que os suprimentos militares para a Ucrânia representam "chantagem e pressão" ocidentais.

"Tudo o que está acontecendo em termos de bombear a Ucrânia com equipamentos, munições, equipamentos militares, incluindo armas letais, é uma tentativa de colocar pressão política adicional sobre nós, bem como provavelmente pressão técnica militar", disse Ryabkov, segundo a agência de notícias RIA.

O desejo da Ucrânia de se aproximar politicamente do Ocidente é amplamente visto no exterior como uma das principais preocupações de Moscou, uma vez que busca garantias de segurança do Ocidente que vetem a adesão de Kiev à Otan e interrompem a expansão da aliança militar.

Ryabkov apontou para uma reportagem não confirmada da mídia russa de que Kiev havia solicitado sistemas de defesa antimísseis THAAD dos Estados Unidos, chamando-o de "provocação".

A RIA citou-o dizendo que se Washington considerasse seriamente tais suprimentos, reduziria as chances de uma resolução diplomática política para o impasse.

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Colaborador convidado - Opinião

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